TÍTULOS PUBLICADOS

NA COLECÇÃO AMPLA: 029. Tempo da impaciência, Miguel Filipe Mochila; 028. Bruma Luminosíssima, Luís Falcão; 027. Primeiro Direito, Vasco Gato; 026. Calendário, Daniel Francoy; 025. Mera Distância, Luís Amorim de Sousa; 024. Um pouco acima do lugar onde melhor se escuta o coração, Andreia C. Faria; 023. O Sangue das Flores, Rute Castro; 022. Turismo de guerra, Tiago Patrício; 021. Romance ou falência, Luís Pedroso; 020. 67, Rue Greneta, Isabel Nogueira; 019. Uma fonte no quintal, Eric Weinstein, Jeremy Schmall, Katherine Larson, Stephen Motika & Tracy K. Smith; 018. Não tenho olhar mas mamilos que endurecem quando alguém me olha, Zeferino Mota; 017. Doze Passos Atrás, Frederico Pedreira; 016. Supremo 16/70, Miguel-Manso; 015. GKJMA, João Silveira; 014. Na ordem do dia, João Vasco Coelho; 013. Miniatura, Simão Valente; 012. Quinteto, Catarina Barros, Tatiana Faia, Maria João Lopes Fernandes, Frederico Pedreira e Paulo Tavares, 011. Elegias de Cronos, Nuno Dempster; 010. Isso passa, João Miguel Henriques; 009. Lugano, Tatiana Faia, 008. Dever/Haver, João Silveira; 007. O comportamento das paisagens, Pedro Tiago; 006. Breve passagem pelo fogo, Frederico Pedreira; 005. o som a casa, Luís Felício; 004. Sob os teus pés a terra, Soledade Santos; 003. As junções, Hugo Milhanas Machado; 002. Em cidade estranha, Daniel Francoy; 001. Minimal Existencial, Paulo Tavares. NA COLECÇÃO ÍTACA: 003. Estradas Secundárias: doze poetas irlandeses, AAVV (tradução de Hugo Pinto Santos); 002. Édipo, Séneca (tradução de Ricardo Duarte); 001. Agamémnon, Ésquilo (tradução de José Pedro Moreira); REVISTA AGIO: 001. AAVV, Fevereiro de 2011.

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16/02/11

Revista Agio


Apresentações:
Dia 24 de Fevereiro, 22.00h, Correntes d'Escritas, Póvoa do Varzim.
Dia 05 de Março, 16.30h, SI Guilherme Cossoul, Lisboa (Santos).

A Agio, revista de literatura com a chancela das Edições Artefacto e o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, visa essencialmente o universo da poesia (este primeiro número é quase exclusivamente a ela dedicado), pretendendo fornecer uma plataforma consistente a novos autores, ensaístas e personalidades que, de algum modo, fazem parte desse universo, não fechando a porta, porém, a quaisquer outros tipos de criação literária. Na diversidade que o seu étimo insinua (o espaço adjacente de acolhimento e do porvir, onde cada um se pode mover livremente), a Agio surge inevitavelmente como uma publicação situada nas margens, mas com propósito de contribuir, à sua medida, que será sempre definida pelos seus leitores, para a dilatação dessas margens.

Estruturalmente, o primeiro número está dividido em três partes: Poesia – Adair Carvalhais Júnior, Daniel Francoy, Gabriel Machado, Hugo Milhanas Machado, João Silveira, Joel Henriques, Luís Felício, Luís Norte Lucas, Margarida Ferra, Miguel Manso, Nuno Dempster, Sara M. Felício, Soledade Santos; Ensaio – António Carlos Cortez, Jorge Martins Rosa, Ricardo Marques; Entrevista: Luís Lucas, Luís Quintais.